Cozinha boa

12 nov

Uma gostosa seleção para ajudar (ou atrapalhar) quem está, assim como eu, projetando o futuro espaço. Os demais cômodos que me desculpem, mas uma boa cozinha é o principal! (risos)

Inspirem-se!

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Tenham um lindo dia!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Imagens via: Google imagens

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Lindas embalagens – Belos arranjos (parte II)

31 out

É prazeroso escrever, publicar e ter o retorno carinhoso daquele que leu e se identificou.

Quando publiquei aqui na semana passada, o post sobre meu arranjo feito a partir de uma embalagem de vinagre, a leitora Elaine se propôs a dividir conosco suas “experiências” relacionadas à este assunto.

Vejam só no que deu, vou informá-los do jeitinho que ela me passou:

“Na primeira foto são garrafinhas de água Perrier com sempre-vivas. O sisal é facinho de colocar, com cola quente”.
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“Na segunda são garrafas de suco de uva, vinagre balsâmico e cachaça, respectivamente. Como são maiores, ficam bem em locais espaçosos”.
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“Na terceira, uma das poucas que tenho da decoração do casamento (ainda não recebi todas as fotos, essa é de uma amiga), são garrafas de cerveja (Bohemia, que tem tipo uma cavinha no meio, que preenchi com o sisal). O casamento foi na praia, então a decoração permitia tamanha ousadia… hehehe”.
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Olha, difícil escolher meu arranjo preferido. As garrafinhas Perrier são muito charmosas, mas me apaixonei pelas garrafas de cerveja da festa de casamento, que deve ter sido uma festa linda. Achei uma ótima combinação! Além de serem muito mais acessíveis, em todos os sentidos! (risos)

Amei ter recebido as fotos! Obrigada, Elaine.

Obs: Ela disse que qualquer novidade mandará mais retratos! Yes!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Missão – qual é a sua?

29 out

Sabem, eu não vou entrar em detalhes sobre quem tem a razão, (se é que ainda restou alguma) naquele caso dos Beagles de São Roque. É um assunto muito complexo e sem um desfecho ainda. Mas de forma abrangente, relacionado à este assunto, o mais louco que li foi daqueles que se sentem cheios da razão, dizendo: “Mas que bando de desocupadas, ao invés de tomarem o tempo se dedicando às crianças, vão brigar por cachorros!”. Ou então: “Oh, mas será que as crianças tem estes mesmos direitos, oh…” e blá bá blá.

Se fossemos levar bem ao pé da letra, meus caros, isso nem precisaria estar sendo discutido. Direitos todos tem, mas na teoria. Na prática, o sistema de administração do nosso país é uma fraude.  Precisamos nos ajudar! Deve vir daí nossa boa fama de um povo generoso! (Acho ótima esta característica!) Mas enfim, que bom seria se a causa fosse apenas uma. Só uma luta contra só um problema. Mas não. Os problemas são muitos!

Achei oportuno entrar nesta questão pois vira e mexe eu ouço coisas deste tipo, sobre as pessoas que lutam diariamente para dar uma condição um pouco menos trágica aos animais de rua de nossas cidades. Onde eu moro mesmo tem um grupo de mulheres que ajudam estes animais, de forma independente. Sem o mínimo auxílio da prefeitura, elas fazem o que podem por eles e estão sempre em busca de doações. Meu marido e eu contribuímos da forma como podemos, mensalmente, e me sinto muito bem em poder ajudar, mesmo que pouco.

Sim, nós ajudamos cachorros de rua! Ajudamos os gatos de rua também. Mas quando tem campanha de doação de roupas para a comunidade, nós também contribuímos. Tudo bem que aí é de forma mais esporádica, juntamos algumas coisas umas 2 vezes ao ano, mas fazemos a nossa parte. Vez ou outra eu pago refeições àqueles que me param pedindo dinheiro na rua. Neste caso, não gosto de dar dinheiro, então prefiro pagar um almoço, por exemplo, mas aí também não existe uma frequência na doação, tudo bem. A minha mãe ajuda famílias carentes desde que eu me conheço por gente. Ela faz um trabalho lindo através da igreja que ela participa. Minha sogra também! E uma vez por mês vem uma pessoa de uma entidade (que ajuda crianças carentes) aqui no escritório, recolher a contribuição que a Marcia faz a cada 30 dias (Marcia é uma amiga que trabalha comigo). Depois eu sei de outras amigas que também sempre se preocupam em ajudar, de uma forma ou de outra, seja lá quem for. Uma delas mesmo, há pouco tempo cortou seus cabelos bem curtinho e os doou (já pela segunda vez), para as crianças do combate ao câncer se beneficiarem com a confecção de perucas. Mas esta mesma amiga, um dia já vendeu seu próprio vestido de noiva para pagar um tratamento, na tentativa de salvar seu lindo cachorro contra um câncer. Outra amiga que é médica, doa algumas de suas consultas mensais para quem não tem como pagar.

Talvez vocês não estejam entendendo onde estou querendo chegar com tudo isso, mas leiam esta parábola abaixo:

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Uma certa vez em uma aldeia, havia um rio que ninguém ousava tomar banho nele, pois era muito fundo e a correnteza era forte.

Um certo dia um garoto aproximou-se do rio, resolveu entrar, e em poucos instantes estava gritando por socorro, pois começou a fogar-se.

Toda a aldeia veio para ver o que estava acontecendo, mas ninguém ousou entrar.

De repente veio uma mulher gritando e chorando, pois era o seu filho que estava na água…

Um homem vendo o desespero daquela mãe, resolveu entrar para resgatar o garoto, mas impôs uma condição: ele amarraria uma corda em sua cintura e as pessoas que estavam às margens teriam que segurar a outra ponta e puxarem-na, assim que ele alcançasse o garoto. E eles aceitaram a proposta.

Chegando no meio do rio o homem conseguiu agarrar o garoto e gritou para que as pessoas os resgatassem, puxando a corda. Mas a multidão que estava à margem discutia de quem era a obrigação de segurar a corda. Outros discutiam sobre quem pagaria pela corda, caso ela fosse arrastada junto com aquele homem.

Com isso, esqueceram-se de segurar a corda e os dois foram vencidos pela correnteza e afogaram-se. Quando a multidão deu fé, já era tarde demais.

Este rio, representa o mundo. O garoto representa as pessoas perdidas, descrédulas, sem amor, sem compaixão, sem Deus. O homem que foi resgatar representa o missionário e as pessoas que estavam à margem do rio, a igreja (comunidade).

Eu não sei onde você se encaixa nesta história, mas reflita nela. Pense sobre o que você tem feito por quem está lá, na outra ponta da corda!

Missões se fazem com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos dos que contribuem. Jamais, com a filosofia dos que discutem!

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Acho que caiu perfeitamente.

Tenham um lindo dia, com amor!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Lindas embalagens – Belos arranjos

24 out

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Então deixa combinado assim: quando vocês forem ao mercado (quitanda, mercearia ou seja lá o quê) em busca de algum item, porém, sem referência, na dúvida, escolha o de embalagem mais bonita! (risos) Eles podem lhe render lindos arranjos e o melhor: quase de graça!

Mas no final de tudo, o bom mesmo é contribuir para a diminuição de resíduos descartados em nosso planeta. Porque, como já disse aqui e nunca me cansarei de repetir: do ponto de vista dele (do planeta), não existe jogar o lixo fora, simplesmente por não existir fora. Um dia li estes dizeres e nunca mais me esqueci, apaixonei!

Este  lindo vasinho  abaixo era aquele vinagre acima! (risos) Tudo reaproveitado, inclusive as flores e o fio dourado, que vieram decorando a embalagem de uma orquídea que ganhei.

Achei lindo!

Tenham um ótimo dia!

Beijo, beijo.

Maria F. Mazzer

“No fundo, é simples ser feliz. Difícil é ser tão simples” (Leoni)

Yoga pela saúde e paz

15 out

Sempre fui “rata” de academia e era feliz assim, me fazia bem. Gostava da prática de musculação e de alguns exercícios aeróbicos. Frequentava quase todo dia, mas nunca consegui um corpo como aos de revista. Apesar de ótimos professores, me faltava disciplina à mesa. Nunca fui gorda, obesa, mas tive épocas mais “cheinhas” que outras. E assim foi, por mais ou menos uns 10 anos.

Depois, ainda em companhia dos professores da mesma academia, comecei a praticar corrida. Me superei em 10 quilômetros sem parar, que vitória! A corrida é algo viciante, fui levando mais a sério e resolvi ir à uma nutricionista, não por estar gorda, eu não estava, mas queria comer de forma adequada à meu estilo de vida agitado da época. Isso faz uns 5 anos ou pouco mais.

A reeducação alimentar foi uma das melhores decisões que eu tomei na vida. O primeiro benefício foi a perda do pouco peso que me sobrava, uns 5 quilos ou nem isso, e depois… Depois um corpo aparentemente mais saudável e então, o privilégio que eu sempre sonhei: nunca mais precisar brigar com a balança. Eu me reeduquei! Mais que isso: descobri que para ser feliz dentro deste corpo que eu ocupo, primeiramente eu deveria observar a qualidade do “combustível” que estaria depositando nele. Na medida do possível, sempre. Não por beleza, mas por qualidade de vida.

Acontece que eu me estafei de academia há pouco mais de 4 anos. “De” academia e não “da” academia, pois aquela academia de sempre (é, sempre foi a mesma), eu amava. Amava o espaço físico, a localização, os profissionais, as companhias… Mas para mim tinha perdido a graça todo o esforço, a própria prática. Tudo aquilo que antes eu fazia por prazer passou a se tornar obrigação, aí deixou de ser legal. Hoje chego a me perguntar se realmente deixou de ser legal ou se para mim, nunca foi. Talvez eu tenha vivido me esforçando a  gostar, pelo fato de ser uma válvula de escape para eu poder comer mais, calorias! Talvez tenha sido apenas uma fase, coisas da idade, talvez… A corrida eu dei continuidade por um tempo, mas sem a mesma cobrança de antes (dos professores), as práticas começaram a acontecer de forma mais espaçada, até cair no esquecimento, também.

E foi assim. Depois eu me casei, e na euforia da casa nova e dar atenção ao marido, mais o fato deu ter vindo morar em Mandaguaçu/PR, mesmo continuando a trabalhar em Maringá/PR, eu pouco me importava em voltar a praticar alguma atividade física, mesmo ciente da importância para saúde. Queria mais era sair do trabalho e correr pra casa. A desculpa era sempre a falta de tempo, mas no fundo era tudo falta de vontade!

Finalmente, decidi voltar a “malhar”. Mas fazer o quê, sendo que eu prometi pra mim mesma que só voltaria se fosse por prazer? E eu não queria aulas para eu sair me sentindo mais agitada do que quando eu entrei. Sem perceber eu estava buscando outra sensação. Não queria mais brincar de ser escrava da beleza do próprio corpo, hoje para mim, isso está longe de ser o mais importante . Me amo assim. Uma aula experimental de pilates me conquistou, mas o lugar era muito fora de mão pra mim (ou isso talvez tenha sido mais uma desculpa!). Nisso passou mais um tempo…  Até que um belo dia, sem saber para quem recorrer para me dar tal informação, digitei no google: yoga em Maringá. Bingo! Apareceu um site gracioso, organizadinho, que já me encantou logo de cara.

A foto do local mostrava um jardim lindo e o espaço era específico para práticas de yoga e massagens indianas.  Um lugar que me passou ser muito calmo, tranquilo. Peguei o contato da professora e marcamos uma aula experimental. Por telefone eu meio que expliquei pra ela toda minha situação e disse que estaria procurando algo pela saúde e não pela estética. Estava buscando alongar e fortalecer meu corpo, mas por prazer e não por obrigação. Já tinha falado à ela a minha idade e ela logo mandou: “Sim, sei muito bem o que você está querendo dizer. Passou dos 30, né?”. É, de novo… Coisas da idade, (risos).

Primeiro dia é aquela coisa, pouco entrosamento e timidez de sobra. Mas me senti em casa, desde sempre. Fui muito bem acolhida, não apenas pela professora (que é uma graça), mas por toda a turma. Nada a ver com a “vibe” de uma sala de academia tradicional, o silêncio na prática de yoga é fundamental. No começo, se rolar algumas palavrinhas, geralmente é tudo em tom baixinho. Depois da aula é que é a hora de papear, e em grande estilo!

Grande estilo porquê, pasmem vocês, todo final de aula rola um cházinho, contendo: dois sabores de chá,  pão integral, manteiga, geléia e vez ou outra, bolo. Tudo caseiro (inclusive a manteiga), fresco, distribuido numa mesa debaixo de um pergolado, no jardim lindo.  Aí os praticantes (eu também, no caso) ficam alí por uns 15 minutinhos, trocando boas energias e curtindo a tranquilidade, como se fosse uma continuação da aula.

E eu que fui procurar o yoga principalmente pela saúde, acabei trazendo de brinde, a paz!

Num outro post eu descreverei mais sobre as práticas.

Tenham um lindo dia.

Namastê!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Luminária Fluor

10 out

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É… Acho que a sustentabilidade me contagiou!
Porque, né?!? Não tenho falado em outra coisa, há 3 posts seguidos! (risos). 3 com este, tá? Então vamos aos detalhes…

O Baba (Baba, para quem não sabe, é meu marido) descobriu um programa muito gostoso de ver, para quem tiver TV por assinatura, fica aqui a dica: canal +Globosat, programa Arquitetura Verde, que vai ao ar todas as sextas-feiras, às 21h.

Pelo nome vocês já concluem que o contexto da programação tem a ver com sustentabilidade, e é isso mesmo. Mas o que eu achei mais legal é que, em partes, ele trata de uma sustentabilidade possível, acessível. Porque infelizmente, muita coisa ligada à este assunto ainda requer certo investimento.

No ultimo episódio que assistimos apareceu esta luminária da foto acima, a Luminária Fluor, como foi batizada. A peça foi criada pelo escritório Maurício Arruda Arquitetos + Designers, e a parte mais interessante é que ela não é vendida assim como aparece na imagem. Não é difícil de perceber que sua estrutura é composta por lâmpadas fluorescentes (queimadas – e vem daí a ideia sustentável, a reutilização). Mas para compor a luminária, as lâmpadas fluorescente tubulares queimadas, que se encaixam na estrutura, devem ser coletadas pelo próprio usuário. Devido a dois diferentes tamanhos de lâmpada, a luminária pode ser encontrada em duas medidas: P e G, e a estrutura é composta de compensado de madeira e mais 6 ou 7 peças de lâmpada, respectivamente. A luminária é comercializada desmontada, contendo além da estrutura de madeira, apenas o kit elétrico.

As lâmpadas fluorescentes tubulares contem pequenas quantidades, apesar de sua alta toxidade, do elemento químico mercúrio. No Brasil são consumidas cerca de 100 milhões de lâmpadas fluorescentes por ano. Desse total, 94% são descartadas em aterros sanitários, sem nenhum tipo de tratamento, contaminando o solo e a água com o metal pesado quando o vidro se rompe, infectando adultos e crianças que manuseiam essas lâmpadas nesses locais.

Devido a baixa porcentagem de reciclagem desse tipo de lâmpadas é normal encontrá-las em lixeiras de prédios residenciais e comerciais, caçambas ou mesmo nas ruas após sua natural substituição quando queimadas. A ideia é que o usuário se torne um agente reciclador dese material, coletando lâmpadas queimadas nesses locais, compondo uma espécie de cúpula de vidro leitoso para a luminária. Essa ação pretende despertar a atenção para a importância social e ambiental da reciclagem desse material potencialmente tóxico em nossas cidades. Fabricadas usualmente em dois comprimentos – 60 e 120 cm, essas medidas definem os dois diferentes tamanhos das luminárias.

Esta peça não possui direitos autorais reservados. Ao contrário, leva o selo COPYLEFT. Ou seja, o inventor incentiva a cópia, sem fins lucrativos desse objeto, disponibilizando o projeto executivo da estrutura de madeira no site, com o objetivo de despertar no maior número de pessoas o interesse pelo reuso desse material.

Faça a sua Fluor:
Pequena
Grande

Para quem não achou lá grande beleza, o criador logo adianta: a peça não é para ser linda, mas sim, sustentável!

E eu, do meu humilde ponto de vista concluo: e tem como separar uma coisa da outra? Eu acho lindo a sustentabilidade! (risos) Amei a ideia, a intenção, o trabalho, enfim, deixo aqui meus aplausos!

Beijos, beijos e uma ótima quinta-feira!

Mas e você? Como já cantou por aqui, nossa banda local Kicking Bullets: “Qual o teu papel na arquitetura de um mundo novo?”

Na medida do possível, faça a diferença!

Maria F. Mazzer

Horta na janela

8 out

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Bom dia, mundo! Tudo bem com vocês? Espero que sim…

Final de semana passado, eu nas minhas “fuçanças” da vida, em blogs e sites mundo afora, descobri algo que realmente se enquadra naquele velho quesito: “como não pensei nisso antes?”. Uma pequena salvação para nosso mundo de pedras atual, onde grande parte da população se encaixa no perfil: morador de mini apartamentos, mas mesmo assim se alegraria na opção de ter uma hortinha ou quem sabe um simples verdinho em casa.

Estou me referindo à esta jardineira de quatro andares criada pelos designeres franceses Nicolas Barreau e Jules Charbonnet, responsáveis pelo escritório Barreau&Charbonnet. A invenção, batizada como volet végétal, pode ser instalada na parte externa de qualquer modelo de janela e foi pensada justamente para aqueles que moram em apartamentos sem sacada ou jardim.

Na horizontal, a volet prolonga um horizonte verde sobre a vista da cidade, enquanto as plantas tomam mais sol. Na vertical, facilita o manuseio e o cuidar das plantas, além de fazer sombra e limpar o ar que entra no apartamento.

Antes que me perguntem, não, eu não sei onde vende. Mas vocês podem ver mais detalhes aqui, inclusive um vídeo de funcionamento e um passo a passo de montagem. Quem sabe não dê para reproduzi-la? Eu que pouco entendo sobre marcenaria, acho que pode ser que seja possível, (risos).

Beijos, beijos e boa terça-feira.

Maria F. Mazzer

Piscina natural em casa

4 out

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Para quem não sabe, tudo começou aqui. Há mais ou menos um ano adquirimos um terreno lindo, para construirmos uma casa linda. De lá pra cá, ainda estamos em ritmo de muita pesquisa e busca de informações, porém, sonhando de forma mais real na companhia de profissionais.

Sim, estamos vivendo um sonho. Um sonho aparentemente cada vez mais possível, bem aos poucos, que vez em quando me custa acreditar ser verdade. Mas nossa vida é assim, sem atropelos, por isso as vezes acho que damos tanto valor a cada passo dado. “Um passo de cada vez, lembrando que passos felizes valem por três”, já ouviram isso? Pois é… Assim vamos longe.

Somos MUITO ligados à natureza. “MUITO”, e não “muito”, para dar bastante ênfase. É que sei claramente que somos assim, um pouco além do normal se nos compararmos ao resto da população, (risos). Amamos estar em contato com a natureza, com os animais. Amamos respirar aquele ar puro gostoso, profundamente. Amamos a contemplação, como amamos! E amamos e nos preocupamos em também preservar tudo isso, enquanto estiver ao nosso alcance.

Nosso terreno fica num local perfeito demais, pelo menos para nós (risos). Afastado do tumulto da cidade e em contato com a natureza, com direito à uma reserva ecológica e tudo. Com isso, pensamos que a casa tem que ao menos fazer jus ao contexto e estamos, também aos poucos, partindo para um lado bem ecológico.

No mínimo: aquecimento solar, reaproveitamento de águas da chuva e chuveiro;
No médio: telhado verde;
No máximo e exatamente o que se refere ao título do post: piscina natural, se possível.

Vocês sabem o que seria uma piscina natural? Não? Eu também não sabia, mas vou dar uma noção geral, sem me atrever a explicar detalhes pois isso é coisa para profissionais (risos).

Piscina natural é como se fosse a reprodução de um lago. Com águas não tão azuis como as das piscinas normais, porém cristalinas como as dos mais belos lagos naturais. A manutenção exclui o uso de cloro e por isso em nada agride o meio ambiente e muito menos sua pele e cabelos. Mais que isso: com a possibilidade de toda uma flora, de vegetação específica dentro e em volta; e de um pouquinho de fauna, por ter como opção a criação de alguns peixinhos, além de atrair alguns outros animais, como os pássaros da redondeza.

Mas espere lá! “Você está se referindo em ter em casa uma piscina/ lago para nadar em meio à vegetação e alguns peixinhos e tartarugas (tinha me esquecido das tartarugas)?” Sim, estou. Amamos o contato com a natureza, se lembram? Já fizemos isso em Fernando de Noronha, nada mal poder fazer uma coisa dessas no quintal da própria casa (mais risos).

Pra ser sincera, tínhamos desistido de piscina. É… Tínhamos desistido disso. Não fazemos questão. Não somos deste tipo de esportistas, não fazemos questão de estar na água e eu mesma fujo do sol, além de outra… A manutenção! Então optamos em ter apenas um espelho d´água com alguns peixinhos e só. Mas depois fomos muito mais além. Sem nunca nem termos o conhecimento desta possibilidade de piscina natural em casa, sonhamos acordados com o fato de termos um laguinho em casa, mas com a opção de mergulho. Louco, né? Também achei.

Mais louco ainda foi ligar a TV e assistir aquele programa lindo do GNT: Casas Brasileiras e ter visto pela explicação da própria paisagista Renata Tilli a formação do jardim projetado por ela, da famosa Casa Cobogó, de Marcio Kogan. Claro, uma piscina natural de proporções bem mais grandiosas, tão grandiosas quanto à própria casa, mas com o mesmo intuito: sustentabilidade. Enlouqueci!

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Já tinham me falado sobre esta casa, sobre esta piscina, mas sem entrarem tanto em detalhes. Para mim parecia ser algo muito fora da nossa realidade, então nunca tinha me aprofundado no assunto. Mas fui atrás pra saber e me apaixonei.

Esta piscina da Casa Cobogó, projetada pela paisagista Renata Tilli, foi executada por Estelle Dugachard, uma engenheira agrônoma francesa, também paisagista, que mora no Brasil há mais de 7 anos e vem focando nas piscinas naturais tão apreciadas na Europa e nos Estados Unidos.

O custo para a implantação do projeto deste tipo de piscina é consideravelmente mais caro que o outro tipo tradicional. Porém, de manutenção muito mais econômica e muito menos trabalhosa.

Com tudo isso, descobri através do blog Revolução no Quintal, uma família que encarou uma “baita” transformação: quebraram sua piscina tradicional todinha, para transformá-la em uma biológica, ou natural, como queiram chamar. O passo a passo desta transformação foi executado por Omar Maksoud Engenharia e está disponível em fotos, aqui.

Para maior explicação, por meio de um site de uma empresa portuguesa profissional no assunto, a Bio Piscinas descreve:
“Uma piscina biológica é um lago de banho artificial, impermeabilizado com uma tela plástica de alta qualidade. É composto por uma zona destinada ao banho e outro destinada à depuração da água por processos biológicos e mecânicos.
Uma piscina biológica serve para natação e mesmo para fins ornamentais, mantendo um aspecto visual natural e sendo a depuração da água também executada graças às espécies aquáticas nela instaladas.
Considera-se o lago como um novo habitat para a flora e fauna indígena e protegida das zonas húmidas, em especial para os anfíbios. Assim a instalação do lago de banho desempenhará um papel importante para aumentar a biodiversidade na propriedade e oferecer possibilidades para a observação da natureza.”

Para terminar, porém bem distante do fim, imagino que devemos estar deixando nossos arquitetos/ paisagistas de cabelos em pé (risos). Mas tendo cada dia mais certeza do que realmente nos fará felizes, para sempre!

Um abençoado fim de semana para cada um.

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Desejar um mundo melhor é tentar ao máximo viver em harmonia com todos os seres, tanto animal, quanto vegetal. Respeitando e compreendendo a importância de cada um em sua particular existência. Para irmos ainda mais além, desejar um mundo melhor é tentar ao máximo passar isso para nossas crianças, mesmo elas nem sendo tão nossas (eu mesma não tenho nenhuma), então aos poucos sim, notaremos grande melhoria. Nosso futuro não tão distante depende do agora e nossas crianças dependem do futuro (bem mais distante que o nosso) que estamos preparando para elas. Pensem nisso! Talvez você nem tenha planos de um dia ter uma casa sustentável, mas pode começar desde já, contribuindo com a separação do seu lixo para reciclagem e economizando água e energia, por onde quer que você vá. Viva com amor!

Acredite no amor!

26 set

Num certo dia passado, Maria (eu, no caso) olhando pro nada e pensamento longe, marido pergunta:

– No que está pensando, Maria?

Maria abraça o marido e responde:

– Estou pensando no quanto ainda seremos felizes, juntos!

E ontem completamos 4 anos de casados. E como é bom, amar você!

Foto: Estúdio Lucio Flaubert - Maringá/PR

Foto: Estúdio Lucio Flaubert – Maringá/PR

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria. O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o Amor.” (Coríntios, capítulo 13)

Ah… O amor!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Balançotte

18 set

Coincidência ou não, falamos sobre balanço na semana retrasada, (relembrem aqui) e quando vou folhear a Revista Casa Claudia deste mês, eis que aparece um:

Revista Casa Claudia 09/2013

Revista Casa Claudia 09/2013

Saiu no espaço Planeta Casa, mostrando sua simplicidade e destacando sua matéria prima: madeira de eucalipto certificada.

Batizado com o nome de Balançotte e com diversas opções de cores, está a venda pela fábrica de móveis Butzke, por 699 reais com 12m de corda.

Mais imagens aqui:

Balançotte-Cópia2

Balançotte-Cópia

Ele lembra muito o balaço dos meus sonhos, e eu amei! O difícil agora vai ser escolher a cor.

Beijo, beijo. Uma boa quarta-feira!

Maria F. Mazzer

No face: Afe, Maria!

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