San Carlos de Bariloche – no inverno

13 set
Lago Nahuel Huapi - Bariloche - Argentina

Lago Nahuel Huapi – Bariloche – Argentina

San Carlos de Bariloche, para resumir: Bariloche. Uma só cidade em algumas versões, foi o que descobrimos numa recente viagem para lá. A cidade está localizada junto à Cordilheira dos Andes na fronteira com o Chile e é rodeada por lagos e montanhas, sendo considerada parte inicial da Patagônia Argentina, embora muitos desconheçam esta informação. As belas paisagens que nos fazem perder o fôlego não são à toa, além de todas as referências de localização citadas acima, Bariloche está inserida em um parque ecológico, o Parque Nacional Nahuel Huapi, que leva o nome de seu lago principal.

Da parte dos hotéis:
Quando comecei a pesquisa para elaborarmos nosso roteiro, me deparei com um mundo de hotéis. Um bom tanto aglomerado no centro e alguns muitos, espalhados pelos arredores. E daí? Onde ficar? Hospedar-se num hotel pertinho de “tudo”, onde se pode frequentar lojinhas e restaurantes a pé ou ficar um pouco mais afastado e mergulhar num incrível contato com a natureza? Na dúvida, fique com os dois. Esta ideia foi do meu marido e assim fizemos. Em oito noites de estadia, optamos por ficar no centro nas três primeiras e depois fomos para mais próximo das montanhas, à beira de um dos muitos lagos: o Gutiérrez. Qual a melhor opção? Aí vai depender única e exclusivamente do gosto de cada um. Nós amamos a natureza! E uma coisa é fato: são dois modos de viver Bariloche completamente diferentes.

Embora seja relativamente “barato” consumir em Bariloche, pela nossa moeda estar valendo três vezes mais do que a deles atualmente, os preços dos hotéis me assustaram. Talvez seja pelo mês que optamos em ir: agosto, talvez seja por grande parte já estar reservado quando fui procurar um para nós, ou talvez sejam caros mesmo! O hotel do centro, o Tres Reyes, eu achei, além de caro, muito mal conservado e o do Lago Gutiérrez, o Refugio del Lago, para nós foi encantador e um pouco mais em conta do que o outro. Mas é o tal negócio: é tudo questão de gosto e opinião. Algo que acho interessante observar em relação as tarifas de hotel na Argentina é que eles costumam cobrar 20% de imposto sobre o valor da diária. Então sempre observem, ao fechar o valor da estadia, se esta porcentagem já está inclusa ou não. Sites que usei para a reserva dos hotéis desta viagem: Booking e Decolar, recomendo! O site da Decolar também é ótimo para cotação e compra de passagens.

Lago Gutiérrez - Bariloche - Argentina

Lago Gutiérrez – Bariloche – Argentina

Da parte do transporte:
A cidade, embora seja pequena, conta com pontos de interesse um pouco afastados e o trasporte público “deixa a desejar”, foi o que me disseram por lá. Aí você vai precisar pagar por um taxi ou um remise (depois explico o que é remise) para te levar ou então, fechar passeios em grupo e ir de ônibus ou van, socorro! Mas, pela cidade ser pequena e conter vários lagos como pontos de referência, torna-se muito melhor a localização para se locomover facilmente. Em outras palavras: alugue um carro e seja feliz! Diárias a partir de uns R$ 120,00.
O que é remise? Remise é nada mais do que um taxi combinado. Ao invés daquele marcador para gerar o valor, o preço é combinado assim que você entra no carro. É isso. Mas voltei sem entender como o grupo de taxistas aceitam isso por lá.

Da parte da grana:
Eis que surge outra dúvida para quem vai viajar para Bariloche: que moeda levar? Dica para brasileiros: real ou dólar, menos peso. Leve em pesos o suficiente para uma emergência na chegada. Fora isso, o restante você troca por lá, sempre em condições melhores que aqui, ao longo da famosa Rua Mitre com os mesmos caras que ficam em frente às lojas oferecendo “roupas de nieve” para alugar. Sem contar que tem muitos lugares que aceitam real ou dólar como forma de pagamento, em conversões tão boas quanto.

Da parte do aluguel das “roupas de nieve”:
Não confunda: esquiar na neve com brincar na neve! E se você é daqueles que não irá à Bariloche apenas para esquiar, talvez seja tolice gastar tanto comprando calça e jaqueta impermeáveis, à prova de neve. Mas tudo vai depender de quantas vezes mais irá utilizar após a viagem , da sua vontade e do seu bolso, claro. Aí você também vai precisar de um bom calçado, de preferência impermeável ou resistente à umidade. Se você não tiver um, também tem pra alugar. Depois também tem aqueles óculos de proteção que, para quem vai apenas para “brincar” na neve, é obvio que não precisa. As luvas sim, estas são indispensáveis!
-Diária do traje completo (roupa, bota e luvas) para alugar: a partir de uns R$ 35,00.

Da parte da estação de esqui e o brincar na neve:
Mais uma vez eu repito que, uma coisa é brincar na neve, outra muito, mas muito diferente é esquiar na neve ou praticar snowboard, que seja.
-Para os profissionais ou para aqueles que se dispõem a tentar, eis o destino: Cerro Catedral. Eu disse: para profissionais ou para quem se puser a tentar! Coisa séria, nada de brincadeiras (risos). Cerro Catedral é apenas uma, das muitas colinas que rodeiam Bariloche, mas a única com uma estação de esqui profissional. Distante uns 20 quilômetros do centro, este Cerro é tão frequentado que dispõe de uma infraestrutura admirável: alugueis de roupas e equipamentos para a prática, lojas, cafés, restaurantes, além de uma farta opção de hospedagem. Formou-se ali praticamente uma cidade a parte, um vilarejo.
-Diárias para usufruir do complexo a partir de R$ 70,00, sendo este valor para o uso das pistas para iniciantes. Ou então, R$ 120,00 para usar toda a infraestrutura.
-Diária dos equipamentos para esquiar: a partir de uns R$ 40,00.
-Aula particular com duração de duas horas para iniciantes: a partir de R$ 240,00.
-Para brincar na neve, principalmente para aqueles que viajam em família, com filhos até a idade adolescente, nada melhor do que ir para Piedras Blancas. Não muito distante do centro, acredito que uns seis quilômetros mais ou menos, e com várias opções de atividades, como: esquibunda, teleférico, passeio de “trenó” e esqui para iniciantes. Diversão garantida! Só não me lembro sobre os valores, pois paga-se separadamente por atividade.

Cerro Catedral - Argentina

Cerro Catedral – Argentina

Piedras Blancas - Bariloche - Argentina

Piedras Blancas – Bariloche – Argentina

Dos demais cerros à disposição:
Cerro Otto: a subida é por meio de teleférico. Lá de cima, além da bela vista, você encontra um restaurante/café giratório, ótimo para apreciar toda a paisagem enquanto você come. Além disso, também existe um pouco de diversão: em Cerro Otto, quando a neve permite, também é possível a prática do esquibunda. Fácil e divertido!
Cerro Campanario: assim como em Cerro Otto, a subida também se dá por meio de teleférico. Lá em cima também tem um restaurante/café, porém um pouco mais modesto que em Cerro Otto. Mas a vista compensa qualquer coisa: lá de cima, uma das mais lindas de Bariloche. Passeio rápido e surpreendente.

Cerro Otto - Bariloche - Argentina

Cerro Otto – Bariloche – Argentina

Cerro Campanario - Bariloche - Argentina

Cerro Campanario – Bariloche – Argentina

Dos demais pontos de interesse:
-Na cidade, vocês ouvirão muito falar sobre a Calle Mitre, que é a rua principal de Bariloche, onde localiza-se várias lojas de artigos variados como roupas, calçados e acessórios, além de muito chocolate, já que estes são fabricados por lá mesmo.
-O centro cívico, que se encontra na continuação da Calle Mitre, também é considerado como ponto turístico, embora não tenha nada demais, além dos cachorros São Bernardo esperando para tirar uma foto com você, (vejam abaixo – risos) e o Museu da Patagônia.
-Para quem gosta de visitas à museus, outro que se destaca em Bariloche é o Museu Paleontológico.
-A Catedral da cidade também é muito bonita, para quem se interessar.
-Existem alguns passeios pelos arredores de Bariloche, dos quais estão inseridos no Parque Nacional, entre eles, o passeio Chico, que pode ser feito de carro, caso você alugue um. As paisagens deste trajeto são fascinantes.

Centro Cívico - Bariloche - Argentina

Centro Cívico – Bariloche – Argentina

Bariloche - Argentina

Bariloche – Argentina

Catedral de Bariloche - Argentina

Catedral de Bariloche – Argentina

Da parte dos restaurantes:
Para quem curte uma boa carne, Argentina é um prato cheio! De um modo geral, come-se muito bem.
Talvez vocês nunca tenham reparado, mas salvo algumas exceções, não sou muito de indicar restaurantes em minhas viagens. Eu mesma quando viajo, como pelo caminho (risos). É mais ou menos isso mesmo: como conforme dá e onde convém, sem perder tempo de ficar procurando qual. Mas Bariloche é uma cidade pequena, aí já facilita um pouco. Peguei algumas dicas antes de ir e estes foram os mais citados: Familia Weiss e El Boliche de Alberto. Conseguimos ir no Familia Weiss. O Boliche, que na verdade não tem boliche, havia constantes filas com espera de uma hora para ser atendido. Aí vem a parte da perda de tempo… Enfrentar filas em nossa rotina diária, somos obrigados a aceitar, mas nas férias… Acho que não, né? Enfim… O Weiss eu também recomendo e o Boliche, apesar de não termos ido, tivemos muito boas referências.
Além destas duas tradicionais indicações, recomendo muito um outro restaurante: o Kandahar: lugar muito aconchegante com paredes rústicas e cortinas de veludo, todo à meia luz. Puro romantismo e comida de primeira.

É isso, meu povo! Espero ter ajudado quem precisa de ajuda ou ter inspirado quem precisa de inspiração. Como diz o título: fomos no inverno. Mas confesso, voltamos morrendo de vontade de retornar no verão, com passeios totalmente diferentes mas igualmente encantadores, consigo até imaginar.

Beijos, beijos. Abraços, abraços. Aproveitem bem o fim de semana!

Maria F. Mazzer

Estamos no face: Afe, Maria!

Lar doce lar

11 set

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“É bela a minha casa e eu gosto dela
como se gosta de algo que sonhado
vai sendo a pouco e pouco trasnformado
na realidade que o destino sela.

E assim feliz com o sonho realizado
eu gosto de viver, de morar nela”

O livro eu não li. Mas estes dizeres são do poeta brasileiro Théo Drummond (85), em Minha Casa, do livro Voo de Nuvem.

Foi o que me mostrou a parte mais interessante e única, (na minha opinião), da revista Caras, na espera de um consultório médico. Sabem? Aqueles dizeres das primeiras páginas que vem sempre junto de uma foto bonita? Então, dali mesmo.

Pois bem, os dizeres são dele, Théo Drummond, mas o sentimento também pode ser meu, seu… Afinal, não há, neste mundo, lugar melhor do que a casa da gente.

Bom dia lindo!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Flor de cera

9 set

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Amigos, bom dia! A primavera vem se aproximando e os jardins daqueles que se esforçam, ganhando boas formas e muita beleza. Para vocês, eu decidi abrir as portas do meu, pouco a pouco, conforme o ar da graça.

Não sou a mais entendida, muito menos bióloga. Sou apenas a jardineira do meu próprio espaço, que eu chamo de jardim. Mas para aqueles que o conhecem de perto sabem que na verdade, tudo não passa de uma média sacada. Sim, já disse por aqui: moramos em apartamento.

Esta primeira apresentação é de uma flor de cera e talvez muitos de vocês nem a conheçam. Foi a mocinha do viveiro que me apresentou, quando estive lá a procura de uma planta para meia sombra, a qual pudesse escalar um suporte de teto. Bingo! Melhor escolha impossível!

Além de gostar de meia sombra, a flor de cera não tolera muito frio, nem muito vento e precisa ser direcionada. A planta é um tipo de cipó, e precisa de uma estrutura para se apoiar.

As regas se resumem de uma a duas vezes por semana no verão e precisam ser quase inexistentes no inverno. É, no frio, só uma molhadinha de vez em quando, basta.

Na foto, aquele buquezinho bem acima e o outro bem abaixo, que estão mais rosadinhos, são as flores que ainda não se abriram. Depois de abertos, ficarão branquinhos, cheinhos de flores em formato de estrelas e aroma bem docinho, como os outros dois da foto. E para quem sofre com cheiros doces, certamente é melhor evitá-la.

Uma planta de muito fácil cultivo, sendo ótima opção para iniciantes.

Boa semana cheia de positividade, para mim e para vocês!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Estamos no face: Afe, Maria!

No balanço…

6 set

Amo balanços! Ou que seja o balançar… Pois me dei conta de amar vários itens que remetem à este verbo. Da série e da minha realidade atual já possuo uma rede e uma linda cadeira do estilo vovó.

Mas ando pensando seriamente em ter um balanço de verdade, em nossa futura casa… No quintal? Não, não. Dentro de casa mesmo!

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Tenha um final de semana feliz!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Quando eu fui pra Turquia – Pamukkale

14 ago
Parece gelo, mas pessoalmente a textura se assemelha às conchinhas do mar. É duro, não escorrega e a água é quentinha. Pamukkale - Turquia.

Parece gelo, mas pessoalmente a textura se assemelha às conchinhas do mar. É duro, não escorrega e a água é quentinha. Pamukkale – Turquia.

A força do pensamento atrai. Você pode até não acreditar, mas se parar para analisar, pode ser que encontre algum sentido nisso.

Um dia cheguei em casa e isso nem faz tanto tempo – me lembro que já era casada – liguei a TV, coisa que nem costumo fazer. Passava um documentário sobre um lugar turístico, mas já estava no finalzinho. Não tive tempo de saber onde era e nem o nome sequer, então fiquei apenas admirando as imagens.

Sonhei em um dia poder estar naquele lugar, mas foi um sonho mesmo, só que eu estava acordada. Me lembro perfeitamente em ter pensado assim: “Nossa, imagina um dia, eu poder colocar meus pés neste paraíso? Mas deve ser muito difícil. Um lugar tão diferente que eu nunca vi antes e nem sei dizer onde fica. É, seria realmente um sonho, parece o céu!”

Quando meu marido chegou em casa, até contei pra ele do lugar lindo, mas sem dar maiores detalhes, pois eu nem tinha. Só sabia dizer que era lindo e que parecia o céu, pelo menos o meu céu.

O tempo passou… E confesso que eu nem pensava mais no lugar lindo. Quando que de repente, decidimos ir para Turquia!

Quando a gente decide ir para algum lugar, levamos isso a sério (risos)! Na verdade, eu que levo mais a sério e meu marido meio que se aproveita da situação – “vai no embalo” (mais risos). É que gostamos de viajar de forma independente e isso requer um estudo antecipado da situação: como ir, quando ir, quanto tempo ficar, o que conhecer, enfim. E foi nesta hora que descobri o nome do lugar lindo: Pamukkale. Para minha surpresa, fica na Turquia! Foi muito emocionante! Bateu uma alegria sem tamanho e depois uma preocupação, ao olhar no mapa e ver o tamanho do trajeto que teríamos que percorrer a mais “apenas” para conhecer Pamukkale. Mas… Sonho é sonho e eu não poderia deixar escapar esta oportunidade.

Portanto, retomando nosso roteiro, antes de irmos para Pamukkale, estávamos na Capadócia, lembra? Se não se lembrar, pode ver aqui. E como ir da Capadócia para Pamukkale? Eis a questão! Bem, são duas as possibilidades mais óbvias: ônibus de linha ou avião. Se optar em ir de avião, estando na Capadócia, você pegaria o vôo de Kayseri até Denizli. De Denizli tomaria um táxi até Pamukkale. Mas esta passagem aérea estava muito cara. Para terem uma noção, estava quase tão cara quanto a que pagamos para irmos de Paris para Capadócia, ou seja, inviável! E outra, nenhum dos vôos deste percurso é direto e embora seja mais rápido, ainda perde-se muito tempo com horários inviáveis. De ônibus demora absurdamente mais, claro! Umas 10 horas, aproximadamente. Mas é bem mais eficiente e barato. Pagamos apenas R$ 90,00 para nós dois! As poltronas não eram lá muito confortáveis para uma noite inteira de estrada (saímos as 21h e chegamos as 7h), mas o ônibus estava em condições muito boas, bem novinho, por sinal. Empresa rodoviária: Metro.

Roteiro: Capadócia (via Kayseri), Pamukkale (via Denizli e Istambul.

Roteiro: Capadócia (via Kayseri), Pamukkale (via Denizli e Istambul.

Aí, se você opta em ir de ônibus, estando em Goreme, você pode pegar o ônibus em Goreme mesmo, no centrinho. E o desfecho do transporte é quase uma piada: depois de rodarmos as aproximadas 10 horas de ônibus, o motorista parou do nada em uma rodovia. Não havia nenhuma estação ou nenhum ponto de ônibus se quer. Quem fosse para Pamukkale, era para descer, disse o cara. Descemos e inacreditavelmente, também do nada chegou uma van que continuou nosso trajeto, tudo incluso nos R$ 45,00 por passageiro. A van nos levou até a central da companhia Metro, em Pamukkale, onde pudemos deixar nossa bagagem para então desbravarmos Pamukkale livremente.

Ok, de ônibus é bem mais barato, já provei para vocês. E a parte eficiente eu vou provar agora: tendo em vista que apenas um dia (ou até menos) é o suficiente para conhecer Pamukkale, o horário de ônibus é muito mais viável, desde que você esteja disposto a passar uma noite inteirinha dentro dele, como já disse acima. De ônibus você chega cedinho, conhece todo o local e ainda, se tiver sorte, pode optar por continuar o roteiro até Istambul, de avião (trecho direto em apenas 1 horinha), com preço irresistível. Acreditem: para este percurso, conseguimos o mesmo valor da tarifa do ônibus: R$ 45,00 por pessoa, com as taxas! Foi quase um sonho: saímos de Denizli no vôo das 19:15h e as 20:20h já estávamos em Istambul.

Ah! E não se esqueça da dica que já havia dado no post da Capadócia: se você é daqueles que se aventura em organizar sua própria viagem, compre as passagens para Turquia ou as passagens para utilizar dentro da Turquia diretamente da empresa aérea Turkish Airlines.

Achei importante relatar a forma do percurso, pois existe bastante dificuldade nesta etapa, para quem prefere viajar por conta própria. Mas agora vamos falar da beleza…

Em uma pesquisa rápida, segundo o wikipedia: Pamukkale (“castelo de algodão”, em turco) é um conjunto de piscinas termais de origem calcária que com o passar dos séculos formaram bacias gigantescas de água que descem em cascata numa colina, situado próximo a Denizli, na Turquia. A formação do Pamukkale deve-se aos locais térmicos quentes por baixo do monte que provocam o derrame de carbonato de cálcio, que depois solidifica como mármore travertino. Foi declarado Património Mundial da UNESCO juntamente com Hierápolis em 1988.

Para ter acesso à esta colina, paga-se uma tarifa de entrada e você pode passar o dia no lugar, sem a presença de guia. As piscinas são lindas, de perder o fôlego, mesmo! Mas… Por opção da natureza ou/e mais ainda por interferências humanas, sim, elas estão secando! Pessoalmente observa-se que boa parte delas já estão secas, uma lástima! Das que ainda tem água, em partes eles permitem a entrada para banho, em outras, não. Tem também uma piscina maior que você pode pagar um valor a parte para desfrutar da água termal. Toda água de Pamukkale é termal e considerada medicinal.

Do alto. Vejam o tanto de "piscinas" sem água... Infelizmente.

Do alto. Vejam o tanto de “piscinas” sem água… Infelizmente. Pamukkale – Turquia.

A piscina. Pamukkale - Turquia.

A piscina. Pamukkale – Turquia.

Um espetáculo da natureza! Pamukkale - Turquia

Um espetáculo da natureza! Pamukkale – Turquia

Pamukkale - Turquia.

Pamukkale – Turquia.

Pamukkale - Turquia.

Pamukkale – Turquia.

Quem entra para visitar Pamukkale também tem o privilégio de conhecer as ruínas de Hierapólis. Em outra pesquisa rápida ao wikipedia: Hierapólis é uma antiga cidade perto da cidade de Denizli, na Turquia. Foi fundada por Eumenes II, rei de Pérgamo, no século II a.C. Nesta cidade residiram Papias, discípulo de São João, e Epíteto, filósofo estóico. Lá ficam, entre outros monumentos, o Martírio de São Felipe, túmulo construído no século V, segundo um complexo plano da época bizantina (quarto octogonal, formando uma cruz dupla, rodeado por uma praça) e o Teatro Romano. A cidade foi, em conjunto com o Pamukkale, declarada Património Mundial da UNESCO.

As ruínas de Hierápolis - Turquia.

As ruínas de Hierápolis – Turquia.

As ruínas de Hierápolis - Turquia.

As ruínas de Hierápolis – Turquia.

As ruínas de Hierápolis - Turquia.

As ruínas de Hierápolis – Turquia.

Resumidamente, passar o dia em Pamukkale/ Hierápolis foi uma experiência única! Valeu cada quilômetro rodado a mais, valeu cada momento de cansaço. É muita história para viver!

Um grande beijo, meus queridos. Sobre a Turquia, ainda falta falar de Istambul, num próximo post, em breve. Aguardem.

Beijos, beijos e boa quarta-feira.

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Maria F. Mazzer

Bolo integral de maçã com castanha-do-pará

12 ago

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Um friozinho, um bolinho e um bom cafezinho. Melhor do que isso, só estando cercada de pessoas agradáveis!

Esta receita, além de saudável, é deliciosa. Pode acreditar!

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Ingredientes:

2 maçãs verdes inteiras (com casca)
3 ovos
2 xícaras (chá) de açúcar mascavo
1 xícara (chá) de óleo
2 xícaras (chá) de farinha de trigo integral
1 xícara (chá) de aveia em flocos
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (sopa) de canela em pó
1 colher (sopa) de mel
1 xícara (café) de castanha-do-pará triturada
Opcional: açúcar e canela para polvilhar

Descasque as maçãs e tire as sementes. Reserve as cascas e corte as maçãs em cubinhos.

Bata no liquidificador: os ovos, o açúcar mascavo, o óleo e as cascas das maçãs.

Numa tigela, misture a farinha com a aveia, o fermento, as castanhas trituradas e a mistura do liquidificador.

Em uma panela, coloque os cubinhos de maçã, adicione o mel, metade da canela e dê uma cozida rápida. Junte tudo à mistura da tigela, mais o restante da canela e mexa até obter uma consistência homogênea.

Unte uma assadeira com manteiga e farinha de trigo integral. Coloque a mistura do bolo.

Opcional: Faça uma misturinha de uma colher de sobremesa de açúcar, mais uma colher de sobremesa de canela e “salpique” por cima da mistura do bolo antes de ir ao forno, usando uma peneirinha. Na verdade, eu gosto de fazer isso antes e depois do bolo assado.

Leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 50 minutos.

Bom apetite!

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Beijos, beijos e uma excelente semana abençoada para nós!

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Maria F. Mazzer

Com quem eu me pareço?

9 ago

Você provavelmente já deve ter feito esta mesma pergunta.

Aliás, logo quando um bebê nasce, é inevitável os parentes e amigos compararem sua fisionomia à algum membro da família.

Mas se depois de grande, você achar que não se assemelha à ninguém ao seu redor, acho melhor repensar sua opinião depois de conhecer este trabalho de pesquisa fotográfica sobre as semelhanças genéticas entre membros da mesma família, do fotógrafo francês, Ulric Collette.

Ele faz uma inteligente e curiosa mistura das faces de algumas pessoas, como: mãe e filha, pai e filho, irmã e irmã, filha e pai, entre outras “combinações”… Vejam só no que deu alguma delas:

Filha e Mãe: Johanne, 54 e Jill, 25

Mãe e Filha: Jill, 25 e Johanne, 54

Filha e Pai: Ariane, 13 e André, 55

Filha e Pai: Ariane, 13 e André, 55

Mãe e Filha: Francine, 56 e Catherine, 23

Mãe e Filha: Francine, 56 e Catherine, 23

Filha e Mãe: N’sira, 49 e Marie-Pier, 18

Mãe e Filha: Marie-Pier, 18 e N’sira, 49

E se tiver curiosidade de ver muito mais, acesse: Ulric Collette.

Um ótimo e belo final de semana! Beijo, beijos.

Maria F. Mazzer

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Quando eu fui pra Turquia – Capadócia

7 ago
Roteiro: Capadócia (via Kayseri), Pamukkale (via Denizli e Istambul.

Roteiro: Capadócia (via Kayseri), Pamukkale (via Denizli) e Istambul.

Estive na Turquia no final do ano passado e até hoje é comum as pessoas me perguntarem: “Por que, Turquia?”. Seria mais ou menos assim… Com tantos lugares para conhecer no mundo, por que alguém escolheria ir pra lá?

Na verdade a gente (meu marido e eu) não tem lugares pré definidos para visitar. Vamos de acordo com a estação e condições: tanto de tempo quanto financeiras, e então decidimos por eliminação. Claro que depois de algumas opções, temos nossas preferências, mas para quem sonha em conhecer o mundo, todo cantinho pode fazer parte. (risos)

Mas vamos ao que interessa: algumas dicas e observações.

Existe muito o que visitar na Turquia. O país é riquíssimo, tanto de história quanto de diversidade geográfica. Como fomos no inverno, deixamos o litoral para uma próxima oportunidade e decidimos fazer: Capadócia, Pamukkale e Istambul, necessariamente nesta ordem. Digo isso porque a maioria dos roteiros que estive olhando antes de criar o nosso, fazia Istambul por etapas. Chegava-se por Istambul, conhecia a cidade por uns dois dias, então pegava-se um transporte para Capadócia ou Pamukkale e depois voltava para Istambul e aproveitava mais uns dois dias antes de ir embora. Na minha opinião: pura perda de tempo! Então, para quem puder, deixe Istambul para o final. Modéstia a parte, nosso roteiro ficou dez e quem quiser, está aqui para servir de inspiração.

Se você é daqueles que se aventura em organizar sua própria viagem, vai aqui uma boa dica: compre as passagens para Turquia ou as passagens para utilizar dentro da Turquia diretamente da empresa aérea Turkish Airlines. Você pode conseguir condições de preços imbatíveis!

Capadócia:

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Primeiro vale dizer que a Capadócia é uma região que fica no centro da Turquia e não uma cidade, como alguns pensam. A região é composta de algumas cidadezinhas que estão bem preparadas para o turismo, com muitas opções de hospedagem, entre elas: Göreme, Nevsehir, Uçhisar e Urgup. Nós optamos por ficar em Goreme e eu recomendo.

Existe algumas formas para se chegar na Capadócia e a melhor, no meu ponto de vista, foi pegar um vôo até Kayseri, que fica a pouco mais de uma hora de distância de carro de Goreme. Fechamos todo o traslado diretamente com o hotel. Nos hospedamos no Traveller´s Cave, que eu também super recomendo! Comprei as diárias pelo Booking e depois entrei em contato com o hotel via e-mail para me apresentar e pedir as orientações. O inglês funciona bem, graças! Então eles agendaram nosso transfer e disseram que os demais agendamentos (passeios) poderiam ser feitos todos por lá, na hora, com a orientação deles.

Traveller's Cave Hotel, Capadócia - Turquia

Traveller’s Cave Hotel, Capadócia – Turquia

Dito e feito! Não necessitamos de nos preocupar com absolutamente nada! Tudo que precisamos referente a passeios e meios de transporte foi feito a partir do hotel e seu responsável, Bekir Coşkun, um homem muito prestativo.

Para Capadócia, de três a quatro dias são o suficiente. O passeio de vôo de balão, o mais conhecido, tem saídas diárias e bem cedinho. Em determinadas épocas do ano tem saídas de tarde também, mas não enquanto nós estivemos por lá. Se vale a pena? Muito! Quanto custa? Aproximadamente R$ 450,00 por pessoa. Voamos pela Buterfly Balloons (recomendo!), num cesto com capacidade para 16 pessoas e foi uma experiência única. Para ser sincera, eu sempre sonhei em voar de balão, mas nem nos meus melhores sonhos imaginei que pudesse ter sido como foi.

Butterfly Balloons, Capadócia - Turquia

Butterfly Balloons, Capadócia – Turquia

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Digo que também vale muitíssimo a pena conhecer alguma das cidades subterrâneas. Visitamos a Derinkuyu, que é bem interessante. Alguns livros registram que em tempos antigos chegou a habitar o local cerca de quinze mil pessoas. O lugar não é claustrofóbico, pode ir sem medo.

Derinkuyu, cidade subterrânea. Capadócia - Turquia

Derinkuyu, cidade subterrânea. Capadócia – Turquia

Existe alguns roteiros guiados que visitam determinados pontos da Capadócia. O trajeto passa por mirantes, um lindo canyon, mosteiro e a cidade subterrânea que citei acima. Na verdade, nossa intenção era conhecer alguns locais de bike, pois existe esta opção, de alugar bicicletas. Mas pegamos dias de constante garoa, o que tornou a intenção inviável.

Em Goreme tem um museu a céu aberto que é bem legal de conhecer. E para quem optar por se hospedar em Goreme, pode até mesmo ir a pé. Nós fizemos isso, mesmo com os chuviscos. Para quem gosta do contato com os locais, eu recomendo muito. É comum ver pessoas vendendo frutas, sucos, sementes e souvenires, de um jeito bastante simples, mas com muito afeto a atenção com o turista.

Museu a céu aberto em Goreme, Capadócia - Turquia

Museu a céu aberto em Goreme, Capadócia – Turquia

De todos os lugares que passamos na Turquia, a Capadócia, de longe foi o que mais me marcou. A impressão era de estar vivendo num cartão postal. Numa vida totalmente pacata e sem possibilidade e nem um pingo de intenção de crescimento ou modernização. Para mim foi bem chocante, afinal, chegamos na Turquia pela Capadócia, então imaginem… Não que eu não tenha gostado de Istambul e Pamukkale, longe disso. Mas Istambul, querendo ou não, é uma metrópole, com características de metrópole e Pamukkale… Ah, Pamukkale é um caso a parte, que falarei num próximo post. Até lá!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

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Arranjo do dia

2 ago

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Bom dia, mundo. Tudo bem com todos? Espero que sim!

Sabe aquela sensação boa que dá quando chegamos à determinados lugares, mas não sabemos de onde vem? Pois é… Podem reparar que na grande maioria das vezes isso acontece em ambientes com plantas. É sério, podem observar!

Nos dias de hoje nem todos tem o privilégio de ter um frondoso jardim em casa, mas um simples arranjo já faz toda a diferença! E ele pode ser natural, sem custar os olhos da cara. Um bom improviso = embalagens de vidro recicláveis (esta da foto era de um suco de uva) + flores da feira do produtor (estas eu comprei na feira em Maringá/PR, por apenas R$ 2,00).

Dura apenas uma semana, tudo bem. Mas acredito que isso também torna a prática interessante por nos dar a oportunidade de estarmos sempre renovando o ar da casa. Afinal, são baratinhas, quase de graça, lembram?

Um beijo e um ótimo fim de semana, com amor!

Maria F. Mazzer

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Pipoca doce – chocolate

25 jun

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Já fazia tempo que eu tentava fazer esta pipoca, e nada… Sempre dava errado, queimava tudo! De receita em receita eu parei nesta, que deu super certo, acredite!

Ingredientes:

1/2 xícara de chá açúcar
1/2 xícara de chá de achocolatado em pó
1/2 xícara de chá de água
1/2 xícara de óleo
1 xícara de milho para pipoca

Modo de Preparo:

Despeje a água, o chocolate, o açúcar e o óleo em uma pipoqueira e leve ao fogo (alto) até que forme uma consistência homogênea, mexendo sempre, com uma colher de pau. Depois disso acrescente o milho e continue mexendo.

Você vai perceber que irá se formar tipo de uma calda caramelada e então as pipocas começarão e estourar. Tampe a panela e diminua um pouco a chama. Mexa sem parar até observar um intervalo de uns cinco segundos entre um estouro e outro.

Achei aqui: Tudo Gostoso

Informações adicionais de lá:

Cuidado com as pipocas que estouram antes da panela estiver tampada pois a calda é muito quente.

Pronto! Delicie-se neste inverno!

Beijos, Beijos.

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