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Eu não morri!

16 out

É… O título já diz tudo! Estou vivinha da Silva! rs Porquê, Né?!? Ficar há exatos oito meses sem dar as caras por aqui, é de se pensar coisas deste tipo mesmo.

A verdade mais verdadeira é que eu não sou do tipo que faz, apenas por fazer. Gosto de estar presente de corpo e coração e se a vontade não vem, meu filho, não rola! Falar por falar, escrever por escrever… Esta não sou eu!

Passei estes tempos com a cabeça em outras ocupações e tenho tanto pra contar que nem sei por onde começar… Fiz até uma rima! rs

Só sei que me enfiei de cabeça em 2014, a ponto de quase nem dar conta de tudo que me coloquei a fazer. Resumidamente, comecei um curso de formação para instrutores de yoga, comecei um curso técnico de design de interiores e tive a brilhante ideia de abrir uma loja virtual de decoração. Tudo isso sem contar todas as minhas outras ocupações já existentes e as viagens, que jamais abriria mão!

Sobre o curso de yoga, estamos na reta final e acho que seja até por este motivo que eu estou aqui agora, sentada, escrevendo-lhes, rs. A correria mais corrida já passou, os trabalhos de conclusão já estão praticamente prontos e o meu coração está cheio de gratidão por ter me permitido viver tudo que eu vivi e aprender tudo que aprendi…

O curso de design de interiores ainda vai me tomar um certo tempo, temos alguns meses pela frente e muito trabalho. Mas acho que será bastante proveitoso, mesmo porque, estarei terminando os estudos quase que no mesmo tempo de darmos início na construção da nossa casa, que ficou para o primeiro semestre do ano que vem, se nada fugir do programado.

Agora, a loja… Ah, a loja vocês que tenham um pouquinho de paciência que logo logo sai do forno! rs. Ela já tem nome e um jeitinho próprio, mas depois eu conto!

Por agora eu quero mais só dar um “oi” mesmo. Por quê? Porque eu senti vontade, oras… E não tem coisa melhor do que aquelas que fazemos com vontade.

Beijo grande, namastê!

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Onze horas

14 jan

11horas

Delicada, de cores variadas e fácil cultivo, esta é uma boa dica para os amigos que vão em casa e insistem em dizer: “ah, não levo jeito com plantas!”.

Ela é resistente e floresce praticamente o ano todo. Gosta de bastante sol e solo bem drenado. Tem aspecto de suculenta, possuindo “folhas gordinhas”, característica tolerante ao vento em sua maioria, sendo considerada uma boa opção para varandas de apartamento. Pode ser cultivada em pequenos vasos ou jardineiras, inclusive pendentes, como esta minha da foto.

Suas flores são muito frágeis e não duram mais do que um dia. Em compensação, florescem muito. Quanto mais sol, mais flor! E sabem a que horas ela atinge a beleza máxima do dia? Claro, às 11 horas. E vem daí, seu nome.

Um ótimo dia para nós! Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

“Deus me dá na medida em que me dou. Deus me deu porque eu me dei. Deus, bem lá no fundo, sou eu, em entrega e absorção constantes.” (João Eduardo Navachi)

No face: Afe, Maria!

Hortênsias em vaso

17 dez

Bom dia, amigos! Vejam só que coisa mais linda estão minhas hortênsias plantadas em vaso, esclarecendo a dúvida de muita gente, inclusive a minha… Hortênsias florescem em vasos? Sim, florescem!

Afe, Maria! Blog

Afe, Maria! Blog

Há um ano comprei um exemplo que veio num vasinho, com dois buquês enormes e lindos, na cor rosa. Depois de darem flor, replantei para um vaso maior, mesmo sem ter a certeza de que iriam pra frente.

Durante este tempo procurei me informar sobre o cultivo, que pede um solo rico em matéria orgânica, rega quase diária em dias mais quentes e solo bem drenado. Fora isso, elas gostam de boa luminosidade, porém, em regiões mais quentes, evite expô-la diretamente ao sol. As minhas ficam debaixo de uma arvoreta, em meia sombra.

O mais curioso em relação às hortênsias é quanto à coloração das flores, que pode alterar-se, dependendo do PH da terra. Em solos mais ácidos elas produzem flores mais azuladas, já em solos mais alcalinos, elas florescem cor de rosa, como as minhas.

Depois de darem flor, recomenda-se podar os galhos para estimular uma maior floração para a próxima primavera/ verão, que é a época em que elas mostram sua beleza. Porém, podem apenas os galhos que já deram flores e preservem os demais.

Como sempre digo, embora eu ame plantas, estou longe de ser uma entendida do assunto. Tudo o que sei é apenas por um pouco de curiosidade e muito amor. Para quem se interessar em uma explicação mais completa sobre esta maravilha, achei um texto bem interessante aqui.

Desejo que tenham um lindo dia!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Procure a gente no face: Afe, Maria!

“Se fosse possível observar claramente o milagre de uma única flor, toda a nossa vida se transformaria.” (Buddha)

Lindas embalagens – Belos arranjos (parte II)

31 out

É prazeroso escrever, publicar e ter o retorno carinhoso daquele que leu e se identificou.

Quando publiquei aqui na semana passada, o post sobre meu arranjo feito a partir de uma embalagem de vinagre, a leitora Elaine se propôs a dividir conosco suas “experiências” relacionadas à este assunto.

Vejam só no que deu, vou informá-los do jeitinho que ela me passou:

“Na primeira foto são garrafinhas de água Perrier com sempre-vivas. O sisal é facinho de colocar, com cola quente”.
reciclaveis

“Na segunda são garrafas de suco de uva, vinagre balsâmico e cachaça, respectivamente. Como são maiores, ficam bem em locais espaçosos”.
reciclaveis

“Na terceira, uma das poucas que tenho da decoração do casamento (ainda não recebi todas as fotos, essa é de uma amiga), são garrafas de cerveja (Bohemia, que tem tipo uma cavinha no meio, que preenchi com o sisal). O casamento foi na praia, então a decoração permitia tamanha ousadia… hehehe”.
reciclaveis

Olha, difícil escolher meu arranjo preferido. As garrafinhas Perrier são muito charmosas, mas me apaixonei pelas garrafas de cerveja da festa de casamento, que deve ter sido uma festa linda. Achei uma ótima combinação! Além de serem muito mais acessíveis, em todos os sentidos! (risos)

Amei ter recebido as fotos! Obrigada, Elaine.

Obs: Ela disse que qualquer novidade mandará mais retratos! Yes!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Missão – qual é a sua?

29 out

Sabem, eu não vou entrar em detalhes sobre quem tem a razão, (se é que ainda restou alguma) naquele caso dos Beagles de São Roque. É um assunto muito complexo e sem um desfecho ainda. Mas de forma abrangente, relacionado à este assunto, o mais louco que li foi daqueles que se sentem cheios da razão, dizendo: “Mas que bando de desocupadas, ao invés de tomarem o tempo se dedicando às crianças, vão brigar por cachorros!”. Ou então: “Oh, mas será que as crianças tem estes mesmos direitos, oh…” e blá bá blá.

Se fossemos levar bem ao pé da letra, meus caros, isso nem precisaria estar sendo discutido. Direitos todos tem, mas na teoria. Na prática, o sistema de administração do nosso país é uma fraude.  Precisamos nos ajudar! Deve vir daí nossa boa fama de um povo generoso! (Acho ótima esta característica!) Mas enfim, que bom seria se a causa fosse apenas uma. Só uma luta contra só um problema. Mas não. Os problemas são muitos!

Achei oportuno entrar nesta questão pois vira e mexe eu ouço coisas deste tipo, sobre as pessoas que lutam diariamente para dar uma condição um pouco menos trágica aos animais de rua de nossas cidades. Onde eu moro mesmo tem um grupo de mulheres que ajudam estes animais, de forma independente. Sem o mínimo auxílio da prefeitura, elas fazem o que podem por eles e estão sempre em busca de doações. Meu marido e eu contribuímos da forma como podemos, mensalmente, e me sinto muito bem em poder ajudar, mesmo que pouco.

Sim, nós ajudamos cachorros de rua! Ajudamos os gatos de rua também. Mas quando tem campanha de doação de roupas para a comunidade, nós também contribuímos. Tudo bem que aí é de forma mais esporádica, juntamos algumas coisas umas 2 vezes ao ano, mas fazemos a nossa parte. Vez ou outra eu pago refeições àqueles que me param pedindo dinheiro na rua. Neste caso, não gosto de dar dinheiro, então prefiro pagar um almoço, por exemplo, mas aí também não existe uma frequência na doação, tudo bem. A minha mãe ajuda famílias carentes desde que eu me conheço por gente. Ela faz um trabalho lindo através da igreja que ela participa. Minha sogra também! E uma vez por mês vem uma pessoa de uma entidade (que ajuda crianças carentes) aqui no escritório, recolher a contribuição que a Marcia faz a cada 30 dias (Marcia é uma amiga que trabalha comigo). Depois eu sei de outras amigas que também sempre se preocupam em ajudar, de uma forma ou de outra, seja lá quem for. Uma delas mesmo, há pouco tempo cortou seus cabelos bem curtinho e os doou (já pela segunda vez), para as crianças do combate ao câncer se beneficiarem com a confecção de perucas. Mas esta mesma amiga, um dia já vendeu seu próprio vestido de noiva para pagar um tratamento, na tentativa de salvar seu lindo cachorro contra um câncer. Outra amiga que é médica, doa algumas de suas consultas mensais para quem não tem como pagar.

Talvez vocês não estejam entendendo onde estou querendo chegar com tudo isso, mas leiam esta parábola abaixo:

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Uma certa vez em uma aldeia, havia um rio que ninguém ousava tomar banho nele, pois era muito fundo e a correnteza era forte.

Um certo dia um garoto aproximou-se do rio, resolveu entrar, e em poucos instantes estava gritando por socorro, pois começou a fogar-se.

Toda a aldeia veio para ver o que estava acontecendo, mas ninguém ousou entrar.

De repente veio uma mulher gritando e chorando, pois era o seu filho que estava na água…

Um homem vendo o desespero daquela mãe, resolveu entrar para resgatar o garoto, mas impôs uma condição: ele amarraria uma corda em sua cintura e as pessoas que estavam às margens teriam que segurar a outra ponta e puxarem-na, assim que ele alcançasse o garoto. E eles aceitaram a proposta.

Chegando no meio do rio o homem conseguiu agarrar o garoto e gritou para que as pessoas os resgatassem, puxando a corda. Mas a multidão que estava à margem discutia de quem era a obrigação de segurar a corda. Outros discutiam sobre quem pagaria pela corda, caso ela fosse arrastada junto com aquele homem.

Com isso, esqueceram-se de segurar a corda e os dois foram vencidos pela correnteza e afogaram-se. Quando a multidão deu fé, já era tarde demais.

Este rio, representa o mundo. O garoto representa as pessoas perdidas, descrédulas, sem amor, sem compaixão, sem Deus. O homem que foi resgatar representa o missionário e as pessoas que estavam à margem do rio, a igreja (comunidade).

Eu não sei onde você se encaixa nesta história, mas reflita nela. Pense sobre o que você tem feito por quem está lá, na outra ponta da corda!

Missões se fazem com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos dos que contribuem. Jamais, com a filosofia dos que discutem!

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Acho que caiu perfeitamente.

Tenham um lindo dia, com amor!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Lindas embalagens – Belos arranjos

24 out

aceto

Então deixa combinado assim: quando vocês forem ao mercado (quitanda, mercearia ou seja lá o quê) em busca de algum item, porém, sem referência, na dúvida, escolha o de embalagem mais bonita! (risos) Eles podem lhe render lindos arranjos e o melhor: quase de graça!

Mas no final de tudo, o bom mesmo é contribuir para a diminuição de resíduos descartados em nosso planeta. Porque, como já disse aqui e nunca me cansarei de repetir: do ponto de vista dele (do planeta), não existe jogar o lixo fora, simplesmente por não existir fora. Um dia li estes dizeres e nunca mais me esqueci, apaixonei!

Este  lindo vasinho  abaixo era aquele vinagre acima! (risos) Tudo reaproveitado, inclusive as flores e o fio dourado, que vieram decorando a embalagem de uma orquídea que ganhei.

Achei lindo!

Tenham um ótimo dia!

Beijo, beijo.

Maria F. Mazzer

“No fundo, é simples ser feliz. Difícil é ser tão simples” (Leoni)

Yoga pela saúde e paz

15 out

Sempre fui “rata” de academia e era feliz assim, me fazia bem. Gostava da prática de musculação e de alguns exercícios aeróbicos. Frequentava quase todo dia, mas nunca consegui um corpo como aos de revista. Apesar de ótimos professores, me faltava disciplina à mesa. Nunca fui gorda, obesa, mas tive épocas mais “cheinhas” que outras. E assim foi, por mais ou menos uns 10 anos.

Depois, ainda em companhia dos professores da mesma academia, comecei a praticar corrida. Me superei em 10 quilômetros sem parar, que vitória! A corrida é algo viciante, fui levando mais a sério e resolvi ir à uma nutricionista, não por estar gorda, eu não estava, mas queria comer de forma adequada à meu estilo de vida agitado da época. Isso faz uns 5 anos ou pouco mais.

A reeducação alimentar foi uma das melhores decisões que eu tomei na vida. O primeiro benefício foi a perda do pouco peso que me sobrava, uns 5 quilos ou nem isso, e depois… Depois um corpo aparentemente mais saudável e então, o privilégio que eu sempre sonhei: nunca mais precisar brigar com a balança. Eu me reeduquei! Mais que isso: descobri que para ser feliz dentro deste corpo que eu ocupo, primeiramente eu deveria observar a qualidade do “combustível” que estaria depositando nele. Na medida do possível, sempre. Não por beleza, mas por qualidade de vida.

Acontece que eu me estafei de academia há pouco mais de 4 anos. “De” academia e não “da” academia, pois aquela academia de sempre (é, sempre foi a mesma), eu amava. Amava o espaço físico, a localização, os profissionais, as companhias… Mas para mim tinha perdido a graça todo o esforço, a própria prática. Tudo aquilo que antes eu fazia por prazer passou a se tornar obrigação, aí deixou de ser legal. Hoje chego a me perguntar se realmente deixou de ser legal ou se para mim, nunca foi. Talvez eu tenha vivido me esforçando a  gostar, pelo fato de ser uma válvula de escape para eu poder comer mais, calorias! Talvez tenha sido apenas uma fase, coisas da idade, talvez… A corrida eu dei continuidade por um tempo, mas sem a mesma cobrança de antes (dos professores), as práticas começaram a acontecer de forma mais espaçada, até cair no esquecimento, também.

E foi assim. Depois eu me casei, e na euforia da casa nova e dar atenção ao marido, mais o fato deu ter vindo morar em Mandaguaçu/PR, mesmo continuando a trabalhar em Maringá/PR, eu pouco me importava em voltar a praticar alguma atividade física, mesmo ciente da importância para saúde. Queria mais era sair do trabalho e correr pra casa. A desculpa era sempre a falta de tempo, mas no fundo era tudo falta de vontade!

Finalmente, decidi voltar a “malhar”. Mas fazer o quê, sendo que eu prometi pra mim mesma que só voltaria se fosse por prazer? E eu não queria aulas para eu sair me sentindo mais agitada do que quando eu entrei. Sem perceber eu estava buscando outra sensação. Não queria mais brincar de ser escrava da beleza do próprio corpo, hoje para mim, isso está longe de ser o mais importante . Me amo assim. Uma aula experimental de pilates me conquistou, mas o lugar era muito fora de mão pra mim (ou isso talvez tenha sido mais uma desculpa!). Nisso passou mais um tempo…  Até que um belo dia, sem saber para quem recorrer para me dar tal informação, digitei no google: yoga em Maringá. Bingo! Apareceu um site gracioso, organizadinho, que já me encantou logo de cara.

A foto do local mostrava um jardim lindo e o espaço era específico para práticas de yoga e massagens indianas.  Um lugar que me passou ser muito calmo, tranquilo. Peguei o contato da professora e marcamos uma aula experimental. Por telefone eu meio que expliquei pra ela toda minha situação e disse que estaria procurando algo pela saúde e não pela estética. Estava buscando alongar e fortalecer meu corpo, mas por prazer e não por obrigação. Já tinha falado à ela a minha idade e ela logo mandou: “Sim, sei muito bem o que você está querendo dizer. Passou dos 30, né?”. É, de novo… Coisas da idade, (risos).

Primeiro dia é aquela coisa, pouco entrosamento e timidez de sobra. Mas me senti em casa, desde sempre. Fui muito bem acolhida, não apenas pela professora (que é uma graça), mas por toda a turma. Nada a ver com a “vibe” de uma sala de academia tradicional, o silêncio na prática de yoga é fundamental. No começo, se rolar algumas palavrinhas, geralmente é tudo em tom baixinho. Depois da aula é que é a hora de papear, e em grande estilo!

Grande estilo porquê, pasmem vocês, todo final de aula rola um cházinho, contendo: dois sabores de chá,  pão integral, manteiga, geléia e vez ou outra, bolo. Tudo caseiro (inclusive a manteiga), fresco, distribuido numa mesa debaixo de um pergolado, no jardim lindo.  Aí os praticantes (eu também, no caso) ficam alí por uns 15 minutinhos, trocando boas energias e curtindo a tranquilidade, como se fosse uma continuação da aula.

E eu que fui procurar o yoga principalmente pela saúde, acabei trazendo de brinde, a paz!

Num outro post eu descreverei mais sobre as práticas.

Tenham um lindo dia.

Namastê!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Acredite no amor!

26 set

Num certo dia passado, Maria (eu, no caso) olhando pro nada e pensamento longe, marido pergunta:

– No que está pensando, Maria?

Maria abraça o marido e responde:

– Estou pensando no quanto ainda seremos felizes, juntos!

E ontem completamos 4 anos de casados. E como é bom, amar você!

Foto: Estúdio Lucio Flaubert - Maringá/PR

Foto: Estúdio Lucio Flaubert – Maringá/PR

“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria. O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o Amor.” (Coríntios, capítulo 13)

Ah… O amor!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Lar doce lar

11 set

casasacada

“É bela a minha casa e eu gosto dela
como se gosta de algo que sonhado
vai sendo a pouco e pouco trasnformado
na realidade que o destino sela.

E assim feliz com o sonho realizado
eu gosto de viver, de morar nela”

O livro eu não li. Mas estes dizeres são do poeta brasileiro Théo Drummond (85), em Minha Casa, do livro Voo de Nuvem.

Foi o que me mostrou a parte mais interessante e única, (na minha opinião), da revista Caras, na espera de um consultório médico. Sabem? Aqueles dizeres das primeiras páginas que vem sempre junto de uma foto bonita? Então, dali mesmo.

Pois bem, os dizeres são dele, Théo Drummond, mas o sentimento também pode ser meu, seu… Afinal, não há, neste mundo, lugar melhor do que a casa da gente.

Bom dia lindo!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Flor de cera

9 set

flordecera

Amigos, bom dia! A primavera vem se aproximando e os jardins daqueles que se esforçam, ganhando boas formas e muita beleza. Para vocês, eu decidi abrir as portas do meu, pouco a pouco, conforme o ar da graça.

Não sou a mais entendida, muito menos bióloga. Sou apenas a jardineira do meu próprio espaço, que eu chamo de jardim. Mas para aqueles que o conhecem de perto sabem que na verdade, tudo não passa de uma média sacada. Sim, já disse por aqui: moramos em apartamento.

Esta primeira apresentação é de uma flor de cera e talvez muitos de vocês nem a conheçam. Foi a mocinha do viveiro que me apresentou, quando estive lá a procura de uma planta para meia sombra, a qual pudesse escalar um suporte de teto. Bingo! Melhor escolha impossível!

Além de gostar de meia sombra, a flor de cera não tolera muito frio, nem muito vento e precisa ser direcionada. A planta é um tipo de cipó, e precisa de uma estrutura para se apoiar.

As regas se resumem de uma a duas vezes por semana no verão e precisam ser quase inexistentes no inverno. É, no frio, só uma molhadinha de vez em quando, basta.

Na foto, aquele buquezinho bem acima e o outro bem abaixo, que estão mais rosadinhos, são as flores que ainda não se abriram. Depois de abertos, ficarão branquinhos, cheinhos de flores em formato de estrelas e aroma bem docinho, como os outros dois da foto. E para quem sofre com cheiros doces, certamente é melhor evitá-la.

Uma planta de muito fácil cultivo, sendo ótima opção para iniciantes.

Boa semana cheia de positividade, para mim e para vocês!

Beijos, beijos.

Maria F. Mazzer

Estamos no face: Afe, Maria!

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